Reino animal: existem fósseis vivos?

Os cientistas estão lançando luz sobre o mistério da fósseis vivosa. A definição, cunhada por
Charles Darwin em seu livro A origem da espécie, indicou aqueles animais que, por milhares ou mesmo milhões de anos, têm sempre a mesma aparência física.

Mas hoje sabemos que não existem espécies animais (ou vegetais) cuja evolução parou: na verdade, quando você para de se adaptar às condições ambientais, você não sobrevive. Isso é demonstrado, por exemplo, pelos estudos da bióloga África gomez da Universidade de Hull, na Grã-Bretanha, sui notostraci de camarão (Triopsidae): na aparência eles permaneceram idênticos aos de 265 milhões de anos atrás, por outro lado, do ponto de vista genético, a evolução os tornou completamente diferentes.

SEMELHANTE, MAS NÃO O MESMO

Com o passar das eras geológicas, de fato, uma espécie pode ter permanecido o mesmo “por fora”, mas não por dentro. Se você olhar no microscópio, é provável que algo tenha mudado. A pesquisa mais avançada já desmascarou alguns famosos “supostos” fósseis vivos como este. Tubarão, a Limulus, EU ‘ornitorrinco. Mas acima de tudo, o tuátara, réptil da Nova Zelândia que se parece com um grande lagarto e que para os cientistas é uma contradição: aparentemente é o mesmo que o ancestral fóssil de 200 milhões de anos atrás, mas a análise genética mostrou que seu DNA (a molécula que torna os seres vivos diferentes uns dos outros, mas … sempre da mesma espécie) muda muito mais rápido em comparação com qualquer outro animal vertebrado.

Hoje, portanto, a ciência sabe que mesmo que diferenças físicas não existam (ou sejam imperceptíveis) nos seres vivos, pode haver um profunda diferença genética. Essa diferença tem como resultado espécies que são iguais por fora, mas, por dentro, muito diferentes de seus antecessores que viveram há milhões de anos, que chegaram até nós na forma de fósseis preservados nas rochas.

ASSISTA AO NOSSO VÍDEO SOBRE AS 5 COISAS QUE VOCÊ NÃO SABE SOBRE FÓSSEIS

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