Buraco do ozônio: o que é?

Há anos que ouvimos falar, mas às vezes ficamos um pouco confusos sobre suas reais características – do que tanto se fala? buraco de ozônio?

OZÔNIO, UM “BOM” GÁS DE EFEITO ESTUFA

Na estratosfera da Terra, a camada da atmosfera logo acima daquela em que os humanos vivem, há uma alta concentração de ozônio, para Gases de efeito estufa (portanto, capaz de reter calor) formado pelas mesmas moléculas de oxigênio, mas com uma disposição diferente.

Portanto, o ozônio é importante porque funciona como um filtro que nos protege de Radiação ultravioleta que emana do Sol, que de outra forma seria muito forte, e ao mesmo tempo ajuda a produzir aquele efeito estufa que não é prejudicial em si, mas ajuda a aquecer nosso planeta.

O problema surge quando ele é excedido: o efeito estufa em excesso eleva demais a temperatura da Terra!

O BURACO DO OZÔNIO

A camada de ozônio que envolve o planeta é, portanto, muito importante para o nosso mundo, mas devido à poluição, as substâncias lançadas na atmosfera ao longo de décadas, em particular o clorofluorcarbonos, emitidos por refrigeradores antigos, desencadearam uma reação com a radiação ultravioleta que destruiu progressivamente grande parte do ozônio presente na estratosfera.

Este afinamento da concentração de gás levou a algum tipo de “cortes” da camada de ozônio, especialmente na Polo Sul, onde as correntes terrestres aglutinam grandes massas de ar pobre em ozônio. É assim que o buraco de ozônio, que é uma grande área da atmosfera afetada por uma redução significativa da camada de ozônio.

Como já mencionado, o buraco de ozônio por excelência é aquele acima da Antártica e é um fenômeno altamente variável (geralmente abre em agosto e fecha por volta de dezembro, mas há muitos fatores que podem atrasar ou antecipar o processo). Há anos que preocupa a comunidade científica.

QUAIS SÃO AS CONSEQUÊNCIAS DO OZONE HOLE?

Na ausência do filtro de ozônio, a radiação ultravioleta é reduzida a uma intensidade maior na Terra, expondo o homem a riscos. direto – cânceres de pele (melanomas, agravados pela exposição violenta ao sol), lesões oculares, etc … – e indiretos, desde a radiação prejudicar a fotossíntese das plantas e empobrecer o fitoplâncton oceânico, alterando o equilíbrio do ecossistema.

O BURACO ESTÁ FECHANDO?

A ciência começou a abordar seriamente o problema no início dos anos 80, levando ao desenvolvimento de um protocolo (o Protocolo de Montreal, assinado em 1987) para interromper a emissão de substâncias que destroem a camada de ozônio.

Após décadas de preocupação, a situação começou a melhorar desde os anos 2000, reduzindo Cada vez mais o tamanho do buraco que se abre ciclicamente, mas é uma boa notícia no meio, já que um elemento que está ajudando no fechamento é o aumento global das temperaturas, sempre causado por humanos.

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