Arquétipo & Liberdade

ARQUÉTIPO e LIBERDADE


A mais antiga discussão da filosofia talvez seja a noção de liberdade. De que maneira realizamos o que pretendemos e ainda, de que maneira o que pretendemos diz respeito realmente ao que somos. Os contextos culturais, históricos, e todos os determinantes decorrentes deles (psíquicos, biológicos, físicos), impõem certas normas ao existir. Assim, nenhuma liberdade parece ser realmente liberdade no sentido puro do termo: a liberdade está sempre vinculada a um contexto específico onde decisões são ou não são tomadas com base em critérios anteriores aos quais – em sua grande parte – não optamos aderir ou não.

No vídeo abaixo, você tem um trecho sobre essa discussão realizado no curso Jornada para a Alma, onde a partir do tarô de Marselha – e seu caráter sincrônico – exploramos as atitudes típicas do psiquismo, ao mesmo tempo em que elaboramos uma proposta de experiência de busca em direção a uma maior integração dos opostos que nos compõem. Se há determinantes arquetípicas (fundamentais), então até aonde está assegurada nossa liberdade?

Sobre o curso
https://monomito.org/2015/07/11/taro-jornada-para-a-alma/

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