MANIFESTO PELA LIBERDADE RELIGIOSA

A Academia Brasileira de Filosofia publica este sucinto e pertinente manifesto, um texto em prol da liberdade religiosa, e o Monomito milita por e acredita nessa ideia de que, com respeito e solidariedade, somos capazes de estabelecer a liberdade do espírito e a fraternidade entre os seres vivos.

MANIFESTO PELA LIBERDADE RELIGIOSA

Manifestamos nosso irrestrito apoio à liberdade religiosa, ao respeito às religiões, à intimidade espiritual de cada pessoa humana individual, respeito à paz interior e exterior da prática religiosa, à integridade física e moral das pessoas e instituições religiosas sem distinção, cumprimento rigoroso do direito religioso previsto na Constituição Federal e nas leis, e à afirmação da identidade religiosa individual sem ofender ou agredir as demais identidades da diversidade religiosa.
Declaramos que todas as religiões buscam a santidade humana, a pureza do coração, a defesa da vida e do sagrado, e que a busca da Paz é a condição necessária para o pleno desenvolvimento do diálogo para a construção paciente de uma sociedade humanista, solidária, amiga, criativa, justa, fundada no perdão mútuo e na convergência para a solução dos graves problemas que afligem a humanidade.

3 comentários sobre “MANIFESTO PELA LIBERDADE RELIGIOSA

  1. O apoio, o respeito e a tolerância religiosa, certamente será uma possibilidade se aceitarmos o que Gustavo Bernardo deixou muito claro na leitura do 1º Capítulo de seu livro, quando faz, ao meu ver, uma feliz colocação: todos, secretamente, lá no interior de seu íntimo carregam a crença em Deus e o mantém quieto para não colocar em evidência uma realidade que milhares teimosamente rejeitam por não se enquadrar nos padrões científicos.(Como não existe efeito sem causa, então qual seria a razão da existência das religiões desde os primórdios.Não venham me falar que a causa está associada ao desconhecimento dos fenômenos naturais. Há uma outra causa sobreposta a esta. não tenho religião, mas reconheço sua importância na condução humana, mesmo com suas deturpações.Sem elas, certamente nossa história seria bem diferente.

  2. Boa noite,

    eu e minha cia de teatro entraremos em cartaz com a peça O Mar Serenou – Um Conto de Clara (Peça de Cazé Neto e direção de Milton Filho), sobre a obra da cantora Clara Nunes. A peça retrata o terreiro de Pai Dudu, pai de santo de Clara, e os preparativos de uma festa no Ilé que irá receber a artista. Num dado momento Pai Dudu recebe uma ordem de despejo e a visita da cantora pode ser a única salvação para a permanência do terreiro. Abordamos durante toda a peça questões como o respeito a religiosidade e adoraríamos falar o seu manifesto. Gostaríamos de pedir autorização para fala-lo em nossas apresentações. Desde já agradecemos as palavras e o alimento que é este manifesto para as nossas almas.

    Gato

    Zéza

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