O Sexo das Índias

Este trecho faz parte do documentário As  Hiper Mulheres (2013), realizado pelo pessoal do Vídeo nas Aldeias. Aqui, mulheres maduras e jovens da tribo Kuikuro (norte) do Xingu invadem as cabanas dos homens, forçam-nos a praticar o sexo; e se os homens fogem, saem em sua captura, provocando-os, xingando-os, dispostas mesmo a feri-los. O comportamento dos nativos, suas canções e provocações (índias não gostam de pau pequeno!) são de uma doçura ímpar. Dê aí suas gargalhadas.

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Grande abraço!

 

28 comentários sobre “O Sexo das Índias

  1. Muito legal, obrigada por compartilhar… E sabe que nestes muitos anos de consultorio de ginecologia, corredores de congressos de sociedade de estudos de sexualidade, lacan, jung e porque não, de bruxarias; muitas vezes suspeitei se a percepçao das questões ligadas ao arquétipo da Lilith não poderiam ir além dessa questão que se constela entre “íncubus X súcubus”, na sua redução usual aos “mimimis” da vitimologia, “mas, ça vas sans dire”… Olhando estas imagens me ocorrre que talvez o olhar sobre Lilith possa ser ampliado por exemplo à legitimação ao direito à iniciativa, à escolha e também uma maior honestidade ao desejo de posse afetivo-sexual sobre o macho …e a cria, como encontramos em qualquer mamífero territorialista que mija nos quatro cantos do território…e daí a indissociabilidade entre matrimônio-patrimônio. Penso que estas e outras questões meio veladas na nossa cultura precisam urgentemente ser trazidas à luz, ressignificadas e repolarizadas…. pela sobrevivência do planeta… e da espécie …:0)

      • Você está enganada, Anna Bicker. O Monomito é um espaço de fluxo, por onde passam as múltiplas modalidades mitológicas, simbólicas e ritualísticas. Como pode afirmar com tanta certeza que eu não publicaria? Te sugiro assinar o feed do blog e verificar com seus próprios olhos. E você se engana quando acha que os homens não estão fazendo o ritual, estão sim, na condição da passividade. Ocupam um papel que precisa ser contraposto à atividade das índias para que a totalidade do evento seja possível.

      • gostei da afirmativa!.. annabiker, o contexto usual está mais que explícito ao determinate que, contradiz com formas usuais das devidas parabulas quanto o afirmativo das idéias propostas para devidos interesses em que vivemos. portanto, queira ou não, somos pegos por nossas próprias astucias dos interesse puramente egótico e convalescentes de nossas certezas. parabéns, por tua observação tão construtivas que, só não hão de notarem seus valores quanto a relevância da observação se, construirem um surealismos para deportar suas falas ao inesistentes

  2. Pingback: O Blog das Perguntas | Índia quer muito mais do que apito?

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