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II Colóquio Internacional de Exegese do Antigo Testamento

II Colóquio Internacional de Exegese do Antigo Testamento

 

Grupo de Pesquisa DIPRAI

“As Dimensões Proféticas da Religião do Antigo Israel”

13 a 15 de outubro de 2014

II Colóquio Internacional de Exegese do Antigo Testamento, organizado pelo Grupo de Pesquisa DIPRAI (“As Dimensões Proféticas da Religião do Antigo Israel”), visa, sobretudo, ao estudo literário-histórico e teológico das tradições bíblicas que apresentam o evento do ‘êxodo’ (Ex, Lv, Nm, Dt). Serão acolhidas também pesquisas avançadas sobre outros textos pertencentes à Bíblia Hebraica, desde que estas, em sua reflexão teológica e literária, façam referência à experiência do ‘êxodo’. (Programação em fase de elaboração). Aceitamos propostas de trabalho de docentes e pós-graduandos até 14 de agosto. A 1a reunião da comissão organizadora será no dia 15 de agosto.

Organizadores

Prof.Dr. Matthias Grenzer – PUC-SP (Líder do Grupo de Pesquisa DIPRAI)

Prof.Dr. Leonardo Agostini Fernandes – PUC-Rio

Profa.Dra. Cláudia Andréa Prata Ferreira – FL/UFRJ

 

Realização:

Setor de Língua e Literatura Hebraicas – Departamento de Letras Orientais e Eslavas – FL/UFRJ

PUC-Rio, PUC-SP

 

Apoio: Setor de Cultura e Extensão da FL/UFRJ e Laboratório de Línguas da FL/UFRJ

 Local: Faculdade de Letras da UFRJ. Campus: Cidade Universitária, Ilha do Fundão. Rio de Janeiro, RJ.

Horário: 8:00 às 17:00 – Auditório: G-2

Inscrição (ouvintes) gratuita no local antes do início da atividade acadêmica (1º dia).

Informações: claudiaprata@letras.ufrj.br 

Confere-se certificado (envio por e-mail).

 

Dia(s): 13/10/2014 – 15/10/2014
Horário: 8:00 – 17:00

Local: Faculdade de Letras – UFRJ
Av. Horácio Macedo, 2151, Cidade Universitária – Fundão
Rio de Janeiro – Rio de Janeiro CEP

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Maomé fala de Allah – e critica a falsa idolatria

Deus

não há deus senão Ele,

O Deus Vivo, o Sempiterno.

Nunca se entrega ao cochilo nem ao sono;

a Ele pertence

tudo que existe nos céus e na terra.

Quem poderá interceder junto a Ele

a não ser que Ele permita?

Ele conhece o futuro dos homens

e conhece o seu passado

e eles nada compreendem de Seu conhecimento

a não ser o que Ele permite.

Seu trono abrange os céus e a terra;

E a preservação destes não O aflige;

Ele é o Altíssimo, a Suprema Glória.

Não há compulsão na religião.

A retidão não comporta o erro.

Por isso aquele que não crê em ídolos

e crê em Deus, tem nas mãos

o mais firme dos cabos, inquebrantável; Deus

tudo ouve, tudo sabe.

Deus é o protetor dos crentes;

Ele nos leva das sombras

para a luz.

(Alcorão, VI, 102-3)

 *

E os incrédulos – seus protetores são

os Taguts, que os levam da luz

para as sombras;

esses são os habitantes do Fogo

que ali habitam para sempre.

(Alcorão, II, 256-9)

 

Liberdade aos filhos de Allah, o misericordioso.

Hiranyagarbha - The Cosmic Egg

A Deusa que dançou para criar o Universo

Somente alguns fragmentos instigantes restam do mito pré-helênico de Pelasgo, no qual o princípio feminino dá vida ao princípio masculino e, com a sua ajuda, promove a criação do mundo. No início, a Deusa de Todas as Coisas , Eurínome, desponta nua no Caos. Não  encontrando  nada de substancial  para apoiar seus pés, ela efetuou uma separação entre o mar e o céu, e dançou  solitária sobre as ondas. Dançando em direção ao Sul, pôs o vento em movimento atrás de si. Sentiu então o vento norte, e tomando-o entre as mãos, esfregou-o, surgindo a grande serpente Ófion. Erínome continuou dançando, cada vez mais desafogadamente, para aquecer-se. Ófion, ao vê-la, sentiu desejos e, enrolando-se em torno de seus membros, com ela copulou. Este é o mesmo vento norte, também chamado Bóreas, que dizem ter o poder de fecundar (e é por isso que as éguas costumam voltar seus traseiros para o vento concebendo potros sem o concurso de um garanhão) foi assim que Eurínome engravidou.

Disse que ela então assumiu a forma de uma pomba, empolhando sobre as ondas. Até que no momento oportuno, deitou o ovo universal. Ófion, a serpente, enrolou-se sete vezes em torno do ovo e lá permaneceu até que estivesse chocado e se partisse em dois. Do ovo derramaram se todas as coisas que existem, a prole de Eurínome: o sol, a lua, planetas, estrelas, a terra e tudo o que nela cresce. Eurínome e Ófion habitaram o Monte Olimpo até Ófion enfurecer o a Grande Deusa afirmando ser ele o criador do universo. Furiosa, ela feriu a cabeça da serpente com o calcanhar, quebrou-lhe os dentes com os pés, e a exilou para as regiões sob a terra. Eurínome criou então os sete poderes planetários, designando um Titã e uma Titanesa para reger cada um deles: Téia e Hipérion para o sol; Febe e Atlas para a Lua; Diana e Crios para o planeta Marte; Métis e Coios para o planeta Mercúrio; Têmis e Eurímedo para o planeta Júpiter; Tétis e Oceano para Vênus; Réia e Cronos para o planeta Saturno. Dos dentes de Ófion nasceu o primeiro homem, Pelasgo, e a raça dos pelásgicos.

Androginia, June Singer, pág. 54 e 55 – Editora Pensamento

 

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